Santo Empreendedor


CADA GERAÇÃO ENXERGA O MUNDO DE UM JEITO DIFERENTE

      • O homem não será substituído pela Inteligência Artificial
      • Velhos comandantes ainda voltam para por o navio em rota

Sou nascido em 1972 e tive meu primeiro emprego aos 13 anos. Nós, os chamados “Geração X”, vivemos o desemprego dos anos 80, a informalidade e as promessas dos anos 90, a instabilidade econômica e a inflação de quase 100% ao mês. Passamos pelo Over Night e pela URV. Aprendemos a trabalhar com máquinas de escrever e de um dia para o outro tivemos que aprender a usar os computadores. Aqueles com monitores enormes que exigiam muito espaço físico. Mobilidade zero… não tinha essa de “fechar a tela e levar o trabalho prá terminar em casa”. Descobrimos que precisávamos de ferramentas mais práticas e elas vieram. Então apresentamos essas ferramentas aos nossos filhos, já lá no jardim da infância.

Foi aí que o monstro começou a engolir seus criadores. A geração “Y” chegou no meio dessa revolução e não precisou quebrar nenhum paradigma, afinal era jovem e ainda não tinha construído nada. Mas eles se sentaram na janelinha e se lançaram a dar aulas de como viver uma vida moderna e independente. Algo do tipo: “me dá a empresa aqui que eu vou cuidar”, e nós, os “X”, começamos a nos sentir velhos e ultrapassados, pois a economia estava bombando e os chamados Millennials surfavam na crista da onda. Eles não tinham nenhuma dúvida, sabiam tudo, não precisavam de experiências anteriores, pois as informações estavam disponíveis no Google e a única experiência que lhes interessava era viver em novos lugares, todos os dias… o pleno emprego do início da década proporcionou isso.

Enquanto a minha geração foi sendo dizimada do mercado formal, forçada a se virar e a “desenvolver” todo o seu talento empreendedor nos food trucks, os mais jovens desenvolviam este talento nas startups. Só que sem saber, eles, os mais jovens possuíam um “calcanhar de Aquiles”. Não tinham vivido nenhuma crise e não sabiam como era uma. O Google contava sobre isso com uma certa soberba, dando a entender que os “titios” sofreram por não terem sabido lidar com a coisa”. Eles não tinham informações suficientes, pensavam os mais jovens sobre nós. A geração “X” sofreu muito com isso. Os baby-boomers, sofreram mais ainda. Foram chamados de retrógrados, incompetentes e outros predicados, tendo vivido no limite da ansiedade por não conseguirem nenhum espaço para trabalhar.

E foi bem aí que a nova Crise veio. Era a Crise 2.0 do novo milênio, banhada a teorias da conspiração via redes sociais. Todo mundo lia algo no Facebook e saia repetindo aquilo com todas as suas forças pela web. Alguns dizendo que crise somente seria um problema para os ricos, outros afirmando que seria uma catástrofe geral. Muitas empresas quebrando e outras encolhendo para não quebrarem. A geração “Y” entrou em depressão por não conseguir lidar com a escassez e a geração “X” viu, finalmente uma oportunidade de voltar à ativa, ainda que fosse numa outra posição.

A volta dos velhos combatentes

Agora o mercado está trazendo de volta os velhos combatentes. Aqueles generais do passado estão sendo tirados de suas aposentadorias para serem consultores. Eles também mudaram e aprenderam muito… estão mais humanos e menos mandões, aprenderam certas gentilezas e perceberam que não se ganha nada mais no grito. Por sua vez, as grandes corporações entenderam que, para navegar com uma grande embarcação é preciso ter uma tripulação com maior diversidade. A geração “Y” começou a aceitar isso e a entender que pode fazer uma bela dobradinha com os “velhinhos” onde todos terão vantagens.

Só que o mercado ainda está parado. Não podemos perder tempo discutindo o sexo dos anjos, mas sim ir em frente, pois temos um grande barco chamado Brasil para recolocar em alto mar. E tem que ser rápido, pois vem uma molecada nova por aí e eles são hoje os nossos passageiros. Precisamos cuidar da segurança, do aprendizado e do conforto deles, exatamente nesta ordem de prioridade.

A Geração “Y” está chegando aos 40 anos e ainda não lida muito bem com as velhas emoções. Está mais próxima da demanda que surge com a chegada da 4ª Revolução Industrial, mas não está isenta dos desafios trazidos pela era das mudanças. Enfim, como podemos nos preparar para usar nossos talentos humanos e sermos competitivos em um mundo cheio de robôs? Seremos substituídos pela inteligência artificial?

A história mostra que a tecnologia só aumenta a necessidade da mão de obra humana, mas nunca nos mesmos postos em que ela estava antes. Então é sempre muito importante perguntar o que é necessário fazer diferente para não se tornar obsoleto em um mundo tão dinâmico. Enquanto isso, muitas pessoas ainda insistem em dizer (e põem tudo a perder por causa disso) que “do jeito antigo também dá certo”. Tenho a impressão de que líderes que atingiram altos resultados utilizando-se de uma determinada tecnologia, tem muita dificuldade de sair dela e evoluir, tudo porque qualquer evolução significa ter que reaprender. Ou seja, líderes conservadores são justamente aqueles que não querem perder suas autoridades.

Aguinaldo Oliveira,  15/10/2019


Acesse ao canal do Café Corporativo no YouTube, uma universidade em sua tela, comandada pelo âncora Aguinaldo Oliveira.

Link: Café Corporativo TV


VOCÊ PRECISA NUTRIR O SEU NETWORKING, SEMPRE!

Não adianta ter a “net” e não ter o “work”

Como podemos nos preparar para o futuro? Nesse mundo tão competitivo não basta estudar em uma boa faculdade ou complementar a formação com a pós-graduação da moda para ter sucesso. Somente atualização e a capacitação técnica não lhe garantirão isso e se você não ter certeza do que afirmo, convido-lhe a olhar para a sua capacidade de fazer networking.

É fato que pessoas agradáveis tem mais chance de sucesso na vida, pois elas são ajudadas e se, além de agradável, a pessoa for confiável, então, mais um ponto para ela. Agora, vou direto ao ponto, se ela tiver uma boa capacidade de conectar seus contatos estrategicamente, esse atributo superará qualquer diploma.

O que chamamos hoje de network já existe há muitos anos, mas as novas ferramentas estão substituindo as antigas e facilitando as conexões. Pena que muita gente não se deu conta disso.

Vejo muitos colegas escrevendo besteiras em redes sociais e ganhando fama de chatos, negativos, ranzinzas ou de coitadinhos. Vejo pessoas perdendo amigos devido a sua posição política e gente estressada “fazendo a limpa no Facebook” sem pensar que contatos e relacionamentos podem fazer falta depois. Justificam que, preferem ter “poucos amigos, contanto que sejam bons”, mas eu pergunto, por que não podem ter muitos amigos? Por que não podem ter contatos, simplesmente contatos, em suas redes sociais?

Em outros casos vejo gente com 5.000 conexões em sua rede (rede em inglês é net ), mas sem saberem trabalhar essas conexões. Ou seja, tem a net, mas não tem o work. Não fazem suas redes trabalharem por eles. A consequência disso é que suas páginas se tornam apenas um álbum de fotos de passeios e pensamentos fúteis.

Precisamos fazer nossas redes valerem, vender nossas imagens, transformar essas imagens em reputação, afinal, há muitos casos em que o profissional tem uma enorme capacidade técnica, um verdadeiro gênio, mas fica esperando ser descoberto por alguém. É preciso saber se vender.

Há casos em que vale mais a pena um prejuízo financeiro do que a reputação arranhada. As pessoas gostam de fazer negócios com quem não dá bola fora com seus clientes e uma prova disso é o sucesso do site “reclame aqui”. Além disso, se vamos comprar, preferimos comprar de pessoas indicadas por amigos, pois sabemos que um eventual serviço mal prestado irá custar caro em propaganda negativa para o mal profissional, principalmente se aquele que o indicou estiver a um clique no WhatsApp do cliente insatisfeito.

O networking tem tudo para te fazer bem, mas também pode te fazer muito mal, igual as mais variadas comidas, que por mais gostosas que sejam, podem te alimentar, causar indigestão ou até envenenar. Então, preste muita atenção na maneira que você está nutrindo a sua rede de relacionamento. É preciso saber fazê-lo, de forma adequada.

Em minhas palestras dou mais dicas preciosas de como fazer isso.

Aguinaldo Oliveira – 21/04/2019


Acesse ao canal do Café Corporativo no YouTube, uma universidade em sua tela, comandada pelo âncora Aguinaldo Oliveira.

Link: Café Corporativo TV


 

“Empreendedor é aquele que acredita e trabalha a favor dos seus sonhos. Empreendedor não rema contra, ele sabe que precisa deixar o mar totalmente azul para o seu sucessor. Então, vamos a fábula do nascimento de uma criança”:

Meu bebê nasceu! E agora, o que eu vou fazer com ele?

Dizem que a personalidade de uma criança começa antes mesmo do seu nascimento. Na barriga, o feto sente os estímulos vindos da mente da mãe e inclusive reage às conversas que acontecem por perto. Há pais que fazem a “barriga” ouvir rock’n roll e outros assistem aos jogos do time de coração, argumentado que desde cedo já precisa “educar”.

Não sei se isso é provado cientificamente ou apenas uma “filosofia de boteco”, mas o fato é que tudo aquilo em que o ser humano acredita vira um pouco (ou muito) de verdade. Partindo disso, o que podemos afirmar é que nosso recém nascido ano de 2019 viveu uma aventura na sua gestação… e não seria exagero dizer que essa aventura tenha durado os mesmos 9 meses de uma gestação humana.

Desde abril do ano passado que muita gente já tinha condenado o Dezoito. Já se previa a Copa do Mundo, as Eleições, as rivalidades partidárias e outras animosidades. Mas além dessas “emoções”, o Dezenove já sentia as crises da greve dos caminhoneiros, das emendas de feriado e até mesmo do atentado à um de seus coleguinhas de infância, que nasceria junto com ele como presidente da nação. Porém, não deixou de ouvir, incansavelmente, que ele, o Dezenove, seria melhor do que seus antepassados. O mantra era sempre repetido: “Dezenove será uma criança maravilhosa”.

Nasceu querido pela maior parte da população brasileira, mas já odiado por outra parte que não acredita nele (ou o condena pela ligação com seu coleguinha). Assim como um bebê nasce já querido por uma parte da família e odiado por outros devido a brigas pessoais, isso também aconteceu conosco. A criança nunca tem culpa e apenas inicia a sua vida recebendo os impactos das ações e gerando suas reações.

Hoje, com pouco mais de 30 dias de vida, nosso bebezinho já está marcado por acontecimentos, tragédias ecológicas, brigas políticas, separações entre pais e mães e os traumas chegando e querendo se instalar. Então vem a minha pergunta:

A quem interessa que essa criança cresça delinquente? Ou quem pode ajudá-la em uma educação saudável, na base do amor e da esperança verdadeira?

Quem sabe, sempre ensinando que, por mais dificuldades que se viva na infância, o sucesso depende exclusivamente do adulto que vai se formar.

Mais que isso, quero lembrar que o nosso bebê Dezenove irá crescer, se tornar adulto e chegar também a terceira idade. Ele, inevitavelmente terá um filho chamado Vinte e um neto chamado Vinte e Um. Em alguns casos, também vale o “tal pai tal filho”. Portanto, o melhor que temos a fazer é confirmar as palavras que falamos para a mamãe Barriga e repetirmos agora, para essa criança que, no início de fevereiro, já entra na pré adolescência.

Vai em frente, Dezenove! Eu acredito em você!!!

Aguinaldo Oliveira – 04/02/2019

Nota do portal: A vida do empreendedor é assim, cheia de esperança, tropeços, sempre acreditando que a “barriga” gera novas oportunidades a cada dia e a cada novo acontecimento, um calo a mais na experiência.  Vamos em frente!!! Dezenove, eu acredito em você e também no Vinte, no Vinte e Um…


Acesse ao canal do Café Corporativo no YouTube, uma universidade em sua tela, comandada pelo âncora Aguinaldo Oliveira.

Link: Café Corporativo TV


O EMPREENDEDOR DEVE CONTROLAR A ANSIEDADE, PARA NÃO SE TRANSFORMAR EM “TAG”

Eu já não era novo na profissão de empresário e mesmo assim caí nessa. Não dormia, não relaxava, não conseguia desviar meus pensamentos e a única coisa que vinha na cabeça era minha iminente falência… parecia apenas uma questão de tempo.

Se eu pegasse a planilha e a estudasse de maneira racional, veria que “o bicho não era assim tão feio”, mas a ansiedade me fazia pensar no pior cenário. Uma busca contínua por alguma solução milagrosa para aquilo que eu já sabia que iria acontecer: o meu dinheiro acabar.

Eu ficava fazendo as contas para saber quantos meses aguentaria com aquela reserva que tinha no banco. No caso dela terminar, onde eu poderia buscar respiro? Consultava os aplicativos para ver minhas linhas de crédito, procurava o preço de mercado do meu carro para ver quanto conseguiria arrecadar com a venda dele e já migrava para um outro pensamento: como ficar sem carro?

Tudo isso me levou a uma crise de ansiedade, que se transformou em Transtorno de Ansiedade Generalizada – TAG Acordava às três da manhã e ficava me revirando na cama, fazendo uma espécie de brainstorming comigo mesmo até as cinco horas, quando eu ia para chuveiro e continuava, lá, a fundir minha cuca. Saia para o trabalho e, para variar, não rendia, por uma questão óbvia: sono.

Soluções paliativas

Comecei com um remedinho de manhã para dar ânimo, mas piorava minha insônia. Então, veio outro à noite para relaxar e acalmar. Um dos dois me trouxe efeitos colaterais e em paralelo eu fazia terapia, mas nada resolvia o meu problema principal: pensar no pior cenário possível e sofrer com ele como se isso já estivesse acontecendo.

Tornei-me triste, introspectivo, desatento e desconcentrado. Esquecia compromissos, me isolava, emagrecia, engordava… sintomas físicos. Até que um dia, estava conversando com um amigo que me convidou para assistir a uma palestra sobre motociclismo. Eu nem gosto de motos, mas fui a palestra e lá aconteceu um fenômeno: a minha ficha caiu.

O palestrante era um instrutor de pilotagem e em um de seus exemplos ele mostrou a foto de uma curva. Então perguntou para a plateia: “quando você está prestes a fazer esta curva, para onde você olha?”. A maioria respondeu errado, ou seja, que olharia para a frente. Então ele concluiu:

“Se você olhar para o chão você vai para o chão, se olhar para mato você vai para o mato, se olhar para o buraco você cai no buraco… tem que olhar para o fim da curva… tem que olhar para onde você quer chegar”. Ele concluiu mostrando fotos de pilotos de motovelocidade fazendo curvas e ficou claro que nenhum deles estava olhando para a frente, mas sim para o fim da curva.

Então, depois de quase dois anos de sofrimento, eu entendi que quando olhava para os problemas, caia nos problemas. Quando eu previa a catástrofe, produzia a catástrofe e esquecia de olhar para a solução. Percebi que nesse período todo eu apenas previa as piores possibilidades, me desgastava para evitá-las e não fazia nada para produzir.

Nas curvas da vida não podemos puxar o freio, mas sim acelerar.

Se você está passando por um problema de fluxo de caixa, deve, sim, cortar todos os gastos possíveis, mas não deve ficar pensando na catástrofe. Pense em aumentar sua receita, em vender e em fidelizar seus clientes. Gerencie sua marca, principalmente se ela for você. Pense no melhor cenário e motive-se com ele. Escolha a foto da paisagem que você quer ver e não aquela de qual você quer fugir.

Ah, preciso concluir com uma informação importante: eu não fali, recuperei a estabilidade e iniciei novos projetos profissionais. Para esse texto ficar legal, só faltou eu comprar uma moto… talvez um dia!

Aguinaldo Oliveira – 17/01/2019


Acesse ao canal do Café Corporativo no YouTube, uma universidade em sua tela, comandada pelo âncora Aguinaldo Oliveira.

Link: Café Corporativo TV


SANTO EMPREENDEDOR

Quando fui convidado para fazer parte deste portal, meu desafio era incentivar o micro, pequeno e médio empreendedor, como tenho feito por meio de meu canal no Youtube e meu programa Café Corporativo. Nenhum incentivo verdadeiro pode ser baseado em ilusões e só fará sentido se eu mostrar a real situação e desafios que temos em nosso país, para quem quer empreender e inovar. Assim, batizei a coluna com este nome: “Santo Empreendedor”.

O empreendedor brasileiro não precisa ser santo, isso é exagero, mas tem vida difícil e é vítima de nossa própria cultura popular, alimentada por pessoas que, por alguma razão, não se veem como parte das organizações.

Minha missão nos artigos ou nas palestras é mudar essa visão!

Nosso país, embora cheio de recursos naturais e financeiros, é carente de muitas coisas básicas. Os recursos não chegam aonde deveriam chegar e sabemos que, onde há carência, há problemas. Onde há problemas existem também enormes oportunidades e podem surgir novas ideias e soluções. Essas soluções são, justamente, os produtos ou serviços que revolucionam a sociedade, que criam novas demandas, tecnologias e marcam o desenvolvimento e crescimento dos povos.

Penso que, se não tivéssemos problemas estaríamos na zona de conforto e nada precisaria mudar.

Por uma questão de cultura e certas tradições, correntes que ainda não nos libertaram da escravidão e por herança do Taylorismo, vemos o trabalho como algo sacrificante e o patrão como aquele que explora o trabalhador. Essa estigmatização de “patrão/feitor” faz com que o empresário brasileiro seja visto como oportunista em vez de “oportunizador”, como egoísta em vez de gerador de postos de trabalho e como explorador financeiro em vez de investidor. Todos têm a ideia de que o empreendedor é aquele sujeito que só manda, recolhe o dinheiro e se diverte com algumas malvadezas e abuso de poder.

Contudo, se empreender leva à tal boa vida e o empregado é tão explorado, por que a maioria das pessoas, então, procuram empregos?

Uma questão cultural. Desde cedo somos educados para não corrermos riscos. Somos alimentados com o medo da falência – o medo nos tira a vontade de avançar e crescer – e estimulados para termos salário garantido. De certa forma dizem que outros devem garantir a nossa subsistência e não nós mesmos. Somos programados a trabalhar para pagarmos nossas contas e sobreviver. Nos educam para esperar que o governo ou que o patrão nos “dê” alguma coisa.

Isso pode ser constatado no uso do verbo “ganhar” para se referir ao salário. Nosso idioma transforma em uma espécie de esmola aquilo que levamos 30 dias para conquistar, como se o emprego (ou o salário) fosse uma benevolência do empregador, quando na verdade nossa valorização está diretamente ligada a lei da oferta e da procura, além da disposição de correr riscos.

Então, o que faz valer a pena ser empreendedor é justamente não passar a vida dependendo de alguém que lhe ofereça algo, mas sim criar a sua própria oportunidade.

Isso será tema para um outro dia. Hoje, o que faço concluir é que não valorizamos quem cria aquilo que a sociedade precisa, que são os empregos e as oportunidades. Não existe emprego se não existir o empregador. Não existe emprego bom em empresa ruim. Então minhas 2 dicas finais são:

  • Torne-se um empreendedor é gere o seu emprego e o de mais alguns. Mesmo que não tiver uma empresa sua, aja como empreendedor na empresa do outro, cuide como se fosse sua.
  • Se você se identificou com o nome desta coluna e está se achando Santo, sugiro que desça do pedestal e aceite que, antes de serem canonizados, os Santos normalmente eram martirizados, o que significa que, somente os bons e cheios de convicção sobrevivem.

Amém!

Aguinaldo Oliveira – 07/01/2019


Acesse ao canal do Café Corporativo no YouTube, uma universidade em sua tela, comandada pelo âncora Aguinaldo Oliveira.

Link: Café Corporativo TV